- Se pensares que não ter sono suficiente à noite é uma coisa boa
- Se pedires ao oculista se tem disponível óculos de sol com lentes H-Alpha
- Se marcares as férias por volta da Lua Nova
- Se não comprares uma casa enquanto não verificar se a vizinhança é suficientemente escura à noite
- Se construires a casa de sonho com tecto de correr ou opcionamente com um domo
- Todas as luzes de presença são vermelhas
- Se alguém perguntar onde vives dizes as coordenadas em latitude e longitude
- Se alguém perguntar de que localidade és, puxar por um mapa e fazer "starhop" de localidade em localidade até a encontrar.
- Se deres o nome de constelações aos filhos e aos animais de estimação
- Se tiveres um par de binóculos ou um pequeno refractor na mala do carro, caso algo possa aparecer
- Se a tua vizinhança tiver uma percentagem acima da média de candeeiros avariados.
- Se conseguires desenhar à mão as tuas próprias cartas celestes até à magnitude 7 - e de memória
- Se fizeres um "test-drive" de um novo automóvel e primeira coisa que fazes é ver se o telescópio cabe na bagageira
- Se durante as secas, os agricultores da região fazem uma colecta para tu poderes comprar algum equipamento de astronomia
- Se gastares mais dinheiro nas tuas ópticas favoritas que no Continente
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Você é um Astrônomo Amador se....
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Humor
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Novo telescópio espacial começará a ser testado

Os administradores da missão WISE estão se preparando para abrir a cobertura da abertura do telescópio espacial que irá providenciar uma visão de objetos estranhos que estão no cosmos distante.
O telescópio Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) da NASA irá passar por uma verificação de um mês antes de começar uma pesquisa detalhada de todo o céu em luz infravermelha. Quando for ativado, pesquisadores poderão catalogar centenas de milhões de objetos, incluindo asteroides escuros, anãs marrons e galáxias luminosas.
O telescópio espacial adquiriu a posição do Sol e alinhou seus painéis solares com ele logo após de chegar à sua órbita polar no dia 14 de Dezembro. Todos os sistemas da sonda, incluindo ambos as conexões de dados de alta e baixa taxa, estão operando corretamente, e os detectores do instrumento estão ligados, disse a NASA em uma declaração nesta semana. Cientistas irão continuar a verificar o sistema de controle de posicionamento da sonda até o dia 29 de Dezembro – o dia em que a tampa da abertura do telescópio está marcada para ser aberta.
A tampa protege os instrumentos, prevenindo que luz atinja os detectores e protegendo o sensível interior do telescópio do calor que possa vir de qualquer posicionamento acidental em direção à Terra ou ao Sol durante o lançamento.
Quando tudo estiver verificado, os engenheiros irão enviar um sinal para ativar os dispositivos pirotécnicos para liberar as porcas que estão mantendo a tampa fechada. Três molas irão empurrar a tampa e enviá-la em uma órbita mais próxima da Terra.
As primeiras imagens do WISE serão liberadas em um mês após sua verificação.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A Lua
A Lua (do latim Luna) é o único satélite natural da Terra, situando-se a uma distância de cerca de 384.405 km do nosso planeta.
A origem da Lua é incerta, mas as similaridades no teor dos elementos encontrados tanto na Lua quanto na Terra indicam que ambos os corpos podem ter tido uma origem comum. Nesse aspecto, alguns astrônomos e geólogos alegam que a Lua teria se desprendido de uma massa incandescente de rocha liqüefeita primordial, recém-formada, através da força centrífuga.
Outra hipótese, atualmente a mais aceita, é a de que um planeta desaparecido e denominado Theia, aproximadamente do tamanho de Marte, ainda no princípio da formação da Terra, teria se chocado com nosso planeta. Tamanha colisão teria desintegrado totalmente o planeta Theia e forçado a expulsão de pedaços de rocha líquida. Esses pequenos corpos foram condensados em um mesmo corpo, o qual teria sido aprisionado pelo campo gravitacional da Terra. Esta teoria recebeu o nome de Big Splash.
Há ainda um grupo de teóricos que acreditam que, seja qual for a forma como surgiram, haveria dois satélites naturais orbitando a Terra: o maior seria a Lua, e o menor teria voltado a se chocar com a Terra, formando as massas continentais.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Sonda New Horizons na metade do caminho para Plutão
Uma veloz sonda da NASA está agora na metade do caminho para Plutão, e rumo à um encontro com o distante e gélido mundo em 2015.
Nesta Terça-feira, a sonda New Horizons da NASA estava à cerca de 2,463 bilhões de km da Terra, e 2,462 bilhões de km de Plutão, desta forma a sonda está mais perto de Plutão do que do nosso lar. A sonda irá sobrevoar o planeta anão e suas luas no dia 14 de Julho de 2015, antes de mergulhar mais fundo no Cinturão de Kuiper nas partes externas do Sistema Solar.
“Este é o primeiro de vários marcos nos próximos 10 meses que marcam os caminhos intermediários da jornada para a fronteira do Sistema Solar, onde Plutão está,” disse Alan Stern, investigador principal do New Horizons.
A sonda está pouco além do ponto intermediário entre as órbitas de Saturno e Urano, e está rumo à Plutão à uma velocidade de 1,2 milhões de km por dia.
A New Horizons está atualmente em modo de hibernação, coletando dados de impactos de poeira interplanetária enquanto voa. A equipe de Stern planeja acordar a sonda brevemente no dia 5 de Janeiro por 10 dias para manutenção e atividades de rastreamento.
Outros marcos esperam pela New Horizons em 2010. No dia 25 de Fevereiro, a sonda terá feito metade da distância de viagem real à Plutão. No dia 20 de Abril, ela estará na metade do caminho entre o Sol e seu ponto de encontro com Plutão. E no dia 17 de Outubro, a sonda irá ter chegado à metade de seu tempo de voo até Plutão, com mais cinco anos para viajar.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Imagens da Nasa mostram grande explosão solar
A mais forte explosão na superfície do Sol dos últimos quatro anos foi registrada por observadores recentemente.
A erupção emitiu um intenso feixe luminoso em direção à Terra. O fenômeno, chamado de "X-flare" pelos cientistas, é do tipo mais forte e pode afetar as comunicações aqui na Terra.
O Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (SDO, na sigla em inglês) gravou na terça-feira (15) imagens da chama intensa, com radiação ultravioleta extrema sendo emanada a partir de um ponto do Sol.
As erupções devem chegar ao campo magnético da Terra nos próximos dias, causando um aumento da atividade geomagnética.
O Serviço Geológico Britânico (BGS) emitiu um alerta, dizendo que luzes noturnas decorrentes da atividade solar podem ser observadas no norte do Reino Unido e que esse tipo de atividade radioativa pode afetar nossas comunicações e navegação via satélite, redes elétricas e operações de aeronaves que voam em altitudes elevadas.
Especialistas dizem que o Sol está "acordando", após um período de diversos anos de pouca atividade. As erupções e consequentes feixes luminosos são causados por uma repentina liberação de energia magnética guardada na atmosfera solar.
O BGS acredita que o estudo das atividades solares prévias pode ajudar a estabelecer previsões sobre feixes futuros e evitar eventuais danos a infraestruturas terrestres.
Em 1972, uma tempestade geomagnética provocada por um feixe solar derrubou a rede de comunicações do Estado americano de Illinois.
E, em 1989, a rede elétrica de Québec, no Canadá, foi prejudicada pela atividade solar.
A erupção emitiu um intenso feixe luminoso em direção à Terra. O fenômeno, chamado de "X-flare" pelos cientistas, é do tipo mais forte e pode afetar as comunicações aqui na Terra.
O Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (SDO, na sigla em inglês) gravou na terça-feira (15) imagens da chama intensa, com radiação ultravioleta extrema sendo emanada a partir de um ponto do Sol.
As erupções devem chegar ao campo magnético da Terra nos próximos dias, causando um aumento da atividade geomagnética.
O Serviço Geológico Britânico (BGS) emitiu um alerta, dizendo que luzes noturnas decorrentes da atividade solar podem ser observadas no norte do Reino Unido e que esse tipo de atividade radioativa pode afetar nossas comunicações e navegação via satélite, redes elétricas e operações de aeronaves que voam em altitudes elevadas.
Especialistas dizem que o Sol está "acordando", após um período de diversos anos de pouca atividade. As erupções e consequentes feixes luminosos são causados por uma repentina liberação de energia magnética guardada na atmosfera solar.
O BGS acredita que o estudo das atividades solares prévias pode ajudar a estabelecer previsões sobre feixes futuros e evitar eventuais danos a infraestruturas terrestres.
Em 1972, uma tempestade geomagnética provocada por um feixe solar derrubou a rede de comunicações do Estado americano de Illinois.
E, em 1989, a rede elétrica de Québec, no Canadá, foi prejudicada pela atividade solar.
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
Japão planeja enviar humanóide à estação espacial
O Japão planeja enviar um robô humanoide à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) capaz de comunicar-se com os astronautas, receber informação do centro de controle e enviar mensagens para o Twitter.
Um porta-voz da Agência de Prospecção Aeroespacial do Japão (Jaxa) indicou nesta terça-feira à agência de notícias Efe que o projeto levará cerca de um ano, durante o qual serão examinados detalhes técnicos como o tamanho do androide, que poderia ter altura inferior a meio metro.
O objetivo é criar um robô que se comunique com os astronautas e combata os problemas de isolamento, uma função que no futuro poderia ser aplicada com robôs utilizados no cuidado de idosos, disse o porta-voz.
Embora a Jaxa não tenha detalhado a possível data de envio à ISS, a edição digital do jornal "Nikkei" indica que poderia ser a partir de 2013.
O jornal assinala que o robô poderá medir o nível de estresse dos habitantes da ISS com base em suas expressões faciais e tom de pele, além de receber instruções do centro de controle enquanto os astronautas dormem, e comunicá-las quando acordam.
O projeto está sendo desenvolvido pela Jaxa em colaboração com a Universidade de Tóquio e a empresa japonesa Dentsu.
O envio à ISS do robô espacial japonês seguirá um projeto similar da Nasa, que em fevereiro deve enviar o androide Robonauta (R2) à estação, para ajudar nos trabalhos de manutenção.
Desenvolvido pela Nasa e a empresa General Motors, o Robonauta se transformará no primeiro androide a viajar ao espaço e, como o que prepara o Japão, terá sua própria conta no Twitter para narrar sua aventura espacial.
Folha uol
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Buraco Negro - Introdução
Buraco negro é uma região do espaço onde o campo gravitacional é tão forte que nada sai dessa região, nem a luz; daí vermos negro naquela região. Matéria (massa) é que "produz" campo gravitacional a sua volta. Um campo gravitacional forte o suficiente para impedir que a luz escape pode ser produzido, teoricamente, por grandes quantidades de matéria ou matéria em altíssimas densidades.
Velocidade de escape:
Se atirarmos uma pedra para cima ela "sobe" e depois "desce", certo?
Talvez!
Se atirarmos um corpo qualquer para cima com uma velocidade "muito" grande, esse corpo "sobe" e se livra do campo gravitacional da Terra, não mais "retornando" ao nosso planeta.
A velocidade mínima para isso acontecer é chamada de velocidade de escape. A velocidade de escape na superfície da Terra é 40.320 Km/h. Na superfície da Lua, onde a gravidade é mais fraca, é 8.568 Km/h, e na superfície gasosa do gigantesco Júpiter é 214.200 Km/h.
A velocidade da luz é aproximadamente 1.080.000.000 Km/h. Um buraco negro é um corpo que produz um campo gravitacional forte o suficiente para ter velocidade de escape superior à velocidade da luz.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Vale a pena...
... Tirar um tempo do seu dia para pensar...
"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". - Lavoisier
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Netuno
Netuno é o oitavo planeta do Sistema Solar, e o último, em ordem de afastamento a partir do Sol, desde a reclassificação de Plutão para a categoria de planeta-anão, em 2006, que era o último dos planetas. É, tal como a Terra, conhecido como o "Planeta Azul", mas não devido à presença de água. Neptuno recebeu o nome do deus romano dos mares. É o quarto maior planeta em diâmetro, e o terceiro maior em massa. Neptuno tem 17 vezes a massa da Terra e é ligeiramente mais maciço do que Urano, que tem cerca de 15 vezes a massa da Terra e é menos denso. O seu símbolo astronómico é uma versão estilizada do tridente do Deus Neptuno.
A composição de Neptuno é semelhante à composição de Úrano, e ambos têm composições diferentes das dos maiores gigantes gasosos Júpiter e Saturno. A atmosfera de Neptuno, apesar de ser semelhante à de Júpiter e de Saturno por ser composta basicamente de hidrogénio e hélio, juntamente com os habituais vestígios de hidrocarbonetos e, possivelmente, nitrogénio, contém uma percentagem mais elevada de "gelos", tais como água, amónia e metano. Como tal, os astrónomos por vezes colocam-nos numa categoria separada, os "gigantes de gelo". Em contraste, o interior de Neptuno é composto principalmente de gelo e rochas, como o de Úrano. Existem traços de metano nas regiões ultra-periféricas que contribuem, em parte, para a aparência azul do planeta.
A estrutura interna lembra a de Úrano - um núcleo rochoso coberto por uma crosta de gelo, escondida no profundo de sua grossa atmosfera. Os dois terços internos de Neptuno são compostos de uma mistura de rocha fundida, água, amoníaco líquido e metano. A terça parte exterior é uma mistura de gases aquecidos composta por hidrogénio, hélio, água e metano. Tal como Úrano, a sua composição é diferente da composição uniforme de Júpiter e Saturno. Acredita-se que a estrutura interna de Neptuno consiste de três camadas, como mostra a figura.
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Urano
Urano é o sétimo planeta do Sistema Solar, situado entre Saturno e Neptuno. A característica mais notável de Urano é a estranha inclinação do seu eixo de rotação, quase noventa graus em relação com o plano de sua órbita; essa inclinação não é somente do planeta, mas também de seus anéis, satélites e campo magnético. Urano tem a superfície mais uniforme de todos os planetas caracterizando-se pela sua cor azul-esverdeada, produzida pela combinação de gases na sua atmosfera, e tem anéis que não podem ser vistos a olho nu; além disso, tem um anel azul, que é uma peculiaridade planetária. Urano é um de poucos planetas que tem um movimento de rotação retrógrado, similar ao de Vénus.
Tem 27 satélites à sua volta e um fino anel de poeira. Urano tem um núcleo composto de rochas e gelo de diferentes tipos, este último muito mais abundante. O planeta tem uma densa atmosfera formada por uma mistura de Hidrogénio e Hélio que pode representar até 15% da massa planetária. Urano (assim como Neptuno) é em muitos aspectos um gigante gasoso cujo crescimento se interrompeu sem ter acumulado as grandes massas dos gigantes planetas gasosos internos Júpiter e Saturno.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Saturno
Saturno é o sexto planeta do Sistema Solar com uma órbita localizada entre as órbitas de Júpiter e Urano. É o segundo maior planeta após Júpiter, sendo um dos planetas gasosos do Sistema Solar, porém o de menor densidade, tanto que se existisse um oceano grande o bastante, Saturno flutuaria nele. A sua principal característica é o seu brilhante sistema de anéis, o único visível da Terra. O seu nome provém do deus romano Saturno. Faz parte dos denominados planetas exteriores.
Saturno é um planeta gasoso, principalmente composto de hidrogénio (97%), com uma pequena proporção de hélio e outros elementos. O seu interior consiste num pequeno núcleo rochoso e gelo, cercado por uma espessa camada de hidrogénio metálico e uma camada externa de gases. A atmosfera externa tem uma aparência suave, embora a velocidade do vento em Saturno possa chegar a 1.800 km/h, significativamente tão rápido como os de Júpiter, mas não tão rápidos como os de Neptuno. Saturno tem um campo magnético planetário intermediário entre as forças da Terra e o poderoso campo ao redor de Júpiter.
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Jupiter
Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro como em massa e o quinto mais próximo do Sol. Possui menos de um milésimo da massa solar, mas 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso junto com Saturno, Urano e Neptuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos. Júpiter é um dos quatro gigantes gasosos, isto é, não é composto primariamente de matéria sólida.
Júpiter é composto principalmente por hidrogénio e hélio. O planeta também pode possuir um núcleo composto por elementos mais pesados. Por causa de sua rotação rápida, de cerca de dez horas, ele possui o formato de uma esfera oblata. A sua atmosfera é dividida em diversas faixas, em várias latitudes, resultando em turbulência e tempestades onde as faixas se encontram. Uma dessas tempestades é a Grande Mancha Vermelha, uma das características visíveis de Júpiter mais conhecidas e proeminentes, cuja existência data do século XVII, com ventos de até 500 km/h e possuindo um diâmetro transversal duas vezes maior do que a Terra.
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
Marte
Marte é o quarto planeta a contar do Sol e é o último dos quatro planetas telúricos ou rochosos, no sistema solar, situando-se entre o nosso planeta Terra e a cintura de asteróides, a 1,5 UA (Unidades astronómicas) do Sol (ou seja, a uma vez e meia a distância da Terra ao Sol). De noite, aparece como uma estrela vermelha, razão por que os antigos romanos lhe deram o nome de Marte, o deus da guerra. Os chineses, coreanos e japoneses chamam-lhe "Estrela de Fogo", baseando-se nos cinco elementos da filosofia tradicional oriental. Executa uma volta em torno do Sol em 687 dias terrestres (quase dois anos terrestres).
Marte é um planeta com algumas afinidades com a Terra: tem um dia com uma duração muito próxima do dia terrestre e o mesmo número de estações.
Marte tem calotas polares que contêm água e dióxido de carbono gelados, a maior montanha do sistema solar - o Olympus Mons, um desfiladeiro imenso, planícies, antigos leitos de rios secos, tendo sido recentemente descoberto um lago gelado. Os primeiros observadores modernos interpretaram aspectos da morfologia superficial de Marte de forma ilusória, que contribuíram para conferir ao planeta um estatuto quase mítico: primeiro foram os canais; depois as pirâmides, o rosto humano esculpido, e a região de Hellas no sul de Marte que parecia que, sazonalmente, se enchia de vegetação, o que levou a imaginar a existência de marcianos com uma civilização desenvolvida. Hoje sabemos que poderá ter existido água abundante em Marte e que formas de vida primitiva podem, de facto, ter surgido.
O planeta do sistema solar que mais atraiu a imaginação do homem foi sempre o "planeta vermelho". Palco para inúmeras histórias de ficção-científica, Marte é o planeta do sistema solar que possui a atmosfera mais próxima dos parâmetros da atmosfera terrestre.
Objecto de estudo de vária missões espaciais, como a Viking, Pathfinder, Mars Global Surveyor, Mars Odyssey e Mars Express, muitas descobertas ainda não foram feitas, particularmente a resposta à eterna pergunta: Será que Marte possui vida ?
As missões Viking enviaram duas naves gémeas para Marte, as Viking 1 e Viking 2.
A Viking 1 foi lançada em 20 de Agosto de 1975 e chegou em Marte a 19 de Junho de 1976.
A Viking 2 foi lançada em 9 de Setembro de 1975 e entrou em órbita de Marte a 7 de Agosto de 1976. Ambas pousaram naves-filhas, os Landers, que tiraram fotos, obtiveram amostras e efectuaram análises ao solo, na tentativa de encontrar indícios de vida marciana.
Foram exactamente as análises ao solo marciano, feitas pelos Landers das missões Viking, que permitiram aos cientistas classificar diversos meteoritos encontrados aqui na Terra como de origem marciana. Um deles em especial, chamado cientificamente de ALH 84001, caído na Terra há dezenas de milhares de anos e encontrado entre 1984 e 1985, causou sensação em 2001 pois apresentava possíveis indícios de vida bacteriana fossilizada, na forma de pequenas estruturas minerais - evidência de vida extraterrestre. A evidência mostrou-se polémica acabou por ser rejeitada.
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Terra
A Terra é o terceiro planeta do sistema solar, a contar a partir do Sol e o quinto em diâmetro.
Entre os planetas do Sistema Solar, a Terra tem condições únicas: mantém grandes quantidades de água, tem placas tectónicas e um forte campo magnético. A atmosfera interage com os sistemas vivos.
A ciência moderna coloca a Terra como único corpo planetário que possui vida, na forma como a reconhecemos.
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Vênus
Vênus, o segundo planeta do sistema solar por ordem de distância ao Sol, é o que pode aproximar-se mais da Terra e o astro mais luminoso do nosso céu, depois do Sol e da Lua. A órbita que o planeta percorre em 225 dias é praticamente circular. A rotação sobre o seu eixo é extremamente lenta, com um "dia" que dura quase 243 dias terrestres, efectuando-se em sentido retrógrado ao contrário dos outros planetas rochosos do Sistema Solar.
A superfície deste planeta é um verdadeiro inferno, com uma pressão atmosférica 90 vezes superior à da Terra e uma temperatura de 500º C, devido ao "efeito de estufa". A sua atmosfera compõe-se, quase por inteiro, de dióxido de carbono (CO2), com um pouco de nitrogénio.
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Sistema Solar
Mercúrio
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| A superfície de Mercúrio faz lembrar a Lua. |
Mercúrio é o planeta mais interior do Sistema Solar. Está tão próximo do Sol que este, se fosse visto por um astronauta de visita ao planeta, pareceria duas vezes e meia maior e sete vezes mais luminoso do que observado da Terra.
O movimento de Mercúrio caracteriza-se ainda por uma particular relação entre o seu eixo e a revolução orbital à volta do Sol: o período de rotação, igual a 58,65 dias terrestres, dura exactamente dois terços do período orbital (o seu "ano" ) que é igual a 87,95 dias.
Em Mercúrio foram observadas estruturas ausentes na Lua, entre as quais um sistema de grandes fracturas da crosta, geralmente interpretadas como indícios de que o planeta sofreu um processo de contracção, provavelmente pelo efeito do gradual arrefecimento que teve lugar a partir de sua formação.
Mercúrio tem uma aparência similar à lunar com crateras de impacto e planícies lisas, sem satélites naturais e sem atmosfera substancial. Entretanto ao contrário da Lua, possui uma grande quantidade de ferro no núcleo que gera um campo magnético quase 1% tão forte quanto o terrestre. É um planeta excepcionalmente denso devido ao tamanho relativo de seu núcleo. A sua temperatura na superfície varia de 90 a 700 K (?183 °C a 427 °C).
Mercúrio tem uma aparência similar à lunar com crateras de impacto e planícies lisas, sem satélites naturais e sem atmosfera substancial. Entretanto ao contrário da Lua, possui uma grande quantidade de ferro no núcleo que gera um campo magnético quase 1% tão forte quanto o terrestre. É um planeta excepcionalmente denso devido ao tamanho relativo de seu núcleo. A sua temperatura na superfície varia de 90 a 700 K (?183 °C a 427 °C).
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O Sistema Solar
Para que fique mais claro o video mostrará como é o nosso sistema solar.
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
Sistema Solar
Depois de iniciar assuntos como universo, estrelas, constelações e etc... vamos falar um pouco da nossa "casa". O nosso sistema solar é constituido por uma estrela (Sol) e oito planetas (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). O Sistema Solar também o lar de outras duas regiões povoadas por objetos menores. O cinturão de asteroides está situado entre Marte e Júpiter e sua composição se assemelha à dos planetas sólidos. Além da órbita de Netuno, encontram-se os "objetos transnetunianos", com uma composição semelhante a dos planetas gasosos. Dentro destas duas regiões, existem outros cinco corpos individuais. São eles: Ceres, Plutão, Haumea, Makemake e Éris, denominados de planetas anões. Além de milhares de corpos pequenos nestas duas regiões, vários outras populações de pequenos corpos que viajam livremente entre as regiões, como cometas, centauros.
Tabela resumida do Sistema Solar
O sistema solar nasceu a partir de uma gigantesca nuvem de gás e poeira, essas nuvens giram ao redor de um unico ponto, de maior gravidade onde se localizará no futuro a estrela ( Sol ), por efeito dessa rotação , a nuvem vai ganhando a forma de um globo, que concentra em seu nucleo a maior parte da massa e poeira, esse disco torna-se cada vez maior, mais quente, se condensando cada vez mais. O calor que isso resulta da inicio a transformação do hidrogênio em hélio, através desse processo, em que é liberado energia, desencadeia-se uma série de reações termonucleares que ativam o núcleo da nuvem, surge assim uma estrela.
Enquanto tudo isso ocorre no núcleo, na parte mais externa as nuvens também se adensaram até formar massas bem menores do que a estrela, essas massas se transformaram nos planetas, todas elas presas pela força maior do Sol, girando ao seu redor. Esse processo ocorreu por volta de 5 bilhões de anos atrás.
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Sistema Solar
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Stellarium
O Software Stellarium é uma boa opção para astronomos amadores. Esta ferramenta em 3D traz inúmeros recursos que te ajudaram para uma observação de planetas, estrelas, constelações, nebulosas e etc.
Alem de observações feitas na terra você pode fazer uma observação de outros planetas, satélites naturais e ate mesmo sobre o oceano.
Alem de observações feitas na terra você pode fazer uma observação de outros planetas, satélites naturais e ate mesmo sobre o oceano.
Gostou dessa ferramenta? Então clica aqui pra baixar ou procure no www.baixaki.com.br
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Software
Como surgiu a vida?
Quer saber como aconteceu? Vale lembrar que esse video traz a teoria do Big Bang ainda há muito o que se discutir sobre o assunto.
Já contou estrelas?
Muita gente já fez isso na infância e com certeza nunca conseguiu terminar e acabou declarando infinito. A olho nú podemos observar, durante todo o ano, 8.500 estrelas. Por que durante todo o ano? Simplesmente a terra gira e nos mostra outros lugares do universo. Agora se você tem um binóculo, mesmo os amadores, terá uma vista incrivel de algo em torno de 30 mil estrelas. Na nossa galáxia, a Via-Láctea, os astrônomos dizem que deve haver cerca de 300 bilhões de estrelas. Mas essa estimativa não vem da contagem de estrelas visíveis, mas por um cálculo matemático: as características de rotação da Via-Láctea sugerem uma massa equivalente a 300 bilhões de vezes a massa do Sol, estrela usada como referência nessa conta.
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Estrelas
Constelações
Em noites bem escuras, como as de Lua nova, podemos observar no céu centenas de estrelas. Se o céu estiver bem limpo, observar todos aqueles “pontinhos” brilhando torna-se algo fascinante.
A quantidade de estrelas observadas da Terra é tão grande que astrônomos, desde a Antiguidade, dividem as estrelas em grupos para facilitar a observação. Esses grupos são chamados de constelações, que para muitos astrônomos formam imagens de pessoas, animais ou objetos. A muito tempo navegadores utilizavam as constelações para se localizar no mar, munidos de uma carta celeste, um calendário e um mapa. Assim, eles não saiam da sua rota pela noite.
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The Big Bang
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Universo
O Universo
Não sabemos o tamanho do nosso Universo porque ele é muito vasto para ser medido. Ele pode ser infinitamente grande ou conter outros Universos.
Se você imaginar que a nossa galáxia é do tamanho dos Estados Unidos, o nosso Sistema Solar seria do tamanho de uma moeda de dez centavos, e o Sol, de uma partícula de poeira. Tente imaginar então o tamanho do Universo!
A teoria do “Big Bang” tenta explicar sua origem. Sabemos que o Universo está em expansão e tornando-se mais frio, e que já foi um lugar quente e hostil. Os astrônomos ponderam que seria lógico assumir que tudo começou com uma grande bola de fogo que se expandiu para formar o Universo, há aproximadamente 13 bilhões de anos.
Fonte: Discovery Channel
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