quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Jupter
O maior planeta do nosso sistema, conheça um pouco mais. Essa é só a primeira parte, quando acabar escolhe as outras partes.
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domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Novo dispositivo vai procurar ADN em Marte
Chama-se "Busca de Genomas Extraterrestres", SETG na sigla em inglês, e é um novo instrumento em construção no Instituto de Tecnologia do Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. O objectivo é facilitar a detecção de ADN em amostras de solo marciano, levando para as missões espaciais previstas para o Planeta Vermelho técnicas semelhantes às da ciência forense. Na base do projecto está a tese cada vez mais robusta de que as primeiras formas de vida poderão ter chegado à Terra a bordo de meteoritos, baptizada com o nome de panspermia. Um dos argumentos recentes foi a descoberta de supostos fósseis de insectos extraterrestres em rochas analisadas na Terra, anunciada pelo astrobiólogo da Nasa Richard Hoover.
O departamento de ciências planetárias do MIT apresentou o equipamento este mês numa conferência de engenharia aeroespacial em Big Sky, no Montana. Em comunicado, Christopher Carr, coordenador do projecto, explica que o instrumento vai permitir escavar o solo marciano e analisar amostras de forma a detectar possíveis organismos e ampliar o seu ADN ou ARN, os códigos da vida conhecidos na Terra. "Se formos a Marte e encontrarmos vida similar à nossa, podemos ter surgido em Marte. Se começámos aqui, podemos ter sido transferidos para Marte", diz Carr. O SETG só deverá estar pronto nos próximos dois anos, mas a equipa acredita que é o candidato ideal para uma missão de procura de vida em Marte, depois da missão espacial Viking nos anos 70 do século passado.
O departamento de ciências planetárias do MIT apresentou o equipamento este mês numa conferência de engenharia aeroespacial em Big Sky, no Montana. Em comunicado, Christopher Carr, coordenador do projecto, explica que o instrumento vai permitir escavar o solo marciano e analisar amostras de forma a detectar possíveis organismos e ampliar o seu ADN ou ARN, os códigos da vida conhecidos na Terra. "Se formos a Marte e encontrarmos vida similar à nossa, podemos ter surgido em Marte. Se começámos aqui, podemos ter sido transferidos para Marte", diz Carr. O SETG só deverá estar pronto nos próximos dois anos, mas a equipa acredita que é o candidato ideal para uma missão de procura de vida em Marte, depois da missão espacial Viking nos anos 70 do século passado.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Cosmo
Cosmo ou cosmos é um termo que designa o universo em seu conjunto, toda a estrutura universal em sua totalidade, desde o microcosmo ao macrocosmo. O cosmo é a totalidade de todas as coisas deste Universo ordenado, desde as estrelas, até as partículas subatômicas. Pode ser estudado na Cosmologia. O astrônomo Carl Sagan define o termo cosmos como sendo "tudo o que já foi, tudo o que é e tudo que será".
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domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Marte o planeta vermelho
Segue o link para um documentário sobre marte, muito interessante.
CLICA AQUI para acessar a página de download.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
17 de Março
Galera,
Hoje é o primeiro dia de lua cheia no mês de março, então, queridos astro-amadores, corram para as suas varandas, lajes, quintal e comecem a fazer um bom proveito desses dias que estão por vir. =D
Hoje é o primeiro dia de lua cheia no mês de março, então, queridos astro-amadores, corram para as suas varandas, lajes, quintal e comecem a fazer um bom proveito desses dias que estão por vir. =D
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terça-feira, 15 de março de 2011
Gravidade
A gravidade é uma das quatro forças fundamentais da natureza (junto com a força forte, eletromagnetismo e força fraca) em que objetos com massa exercem atração uns sobre os outros. Classicamente, é descrita pela lei de Newton da gravitação universal. Foi entendida primeiramente de modo matemático pelo físico inglês Isaac Newton e desenvolvida e estudada ao longo dos anos.
Albert Einstein descreveu-a como consequência da estrutura geométrica do espaço-tempo.
Do ponto de vista prático, a atração gravitacional da Terra confere peso aos objetos e faz com que caiam ao chão quando são soltos no ar (como a atração é mútua, a Terra também se move em direção aos objetos, mas apenas por uma ínfima fração). Ademais, a gravitação é o motivo pelo qual a Terra, o Sol e outros corpos celestiais existem: sem ela, a matéria não se teria aglutinado para formar aqueles corpos e a vida como a entendemos não teria surgido. A gravidade também é responsável por manter a Terra e os outros planetas em suas respectivas órbitas em torno do Sol e a Lua em órbita em volta da Terra, bem como pela formação das marés e por muitos outros fenômenos naturais.
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domingo, 13 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Sonda Phoenix pode renascer das cinzas
A sonda Phoenix da NASA em Marte fez juz ao seu nome – levantando das cinzas de uma missão que falhou anteriormente e realizou sua missão com sucesso. Mas agora a sonda marciana tem uma chance de levantar a si mesma dos mortos.
Pousando no norte de marte no dia 25 de Maio de 2008, a sonda Phoenix excedeu sua missão original de três meses, durante cinco meses e, literalmente, cavou um número de descobertas científicas, incluindo – talvez – água líquida.
Eventualmente a sonda sucumbiu ao frio inverno Marciano.
Mas agora cientistas estão vendo a possibilidade de restabelecer contato com a sonda Phoenix.
“Nós começamos a procurar sinais da nossa sonda em Janeiro,” disse Peter Smith, o Principal Investigador do Phoenix no Laboratório Lunar e Planetário na Universidade do Arizona. “Nossa equipe de engenheiros está bem curiosa para ver o quão resistente são os sistemas eletrônicos ao inverno extremamente frio da região norte,” disse ele.
Ainda assim, as chances não parecem muito promissoras.
O Phoenix não foi projetado para aguentar tal clima. A sonda foi testada à -55 ºC, mas um inverno em Marte está na média de -126 ºC.
“Enquanto a recuperação do Phoenix é improvável devido às condições severas pelas quais ele passou durante o inverno, a ciência que ainda pode ser feita faz um continuamento da missão valer a pena,” avisou Smith.
O construtor da sonda, Lockheed Martin Space Systems, instalou o que é chamado de “Modo Lázaro” – um meio que pode permitir que o Phoenix consiga se reenergizar. O que não se sabe é como os painéis solares da sonda estão depois do inverno Marciano.
Quando o último contato com a sonda foi feito no dia 2 de Novembro de 2008, todos os instrumentos da sonda estavam funcionais, disse Smith.
Pronto para uso estava um forno aberto e várias lâminas de microscópio, disse Smith. “Nossas células químicas estavam cheias, o que torna a obtenção de amostras adicionais problemática.” adicionou ele.
Se o contato for restabelecido com a sonda, o Thermal and Evolved Gas Analyzer (TEGA) pode medir as taxas isotópicas dos gases da atmosfera. Também, a estação climática da sonda está totalmente funcional, e todas as câmeras estavam em excelentes condições.
“Nós estávamos prontos para começar uma campanha para medir as propriedades térmicas e elétricas do solo usando o instrumento TECP no braço robótico,” disse Smith.
Então, se o Phoenix retornar das cinzas, o que ele pode fazer?
“Claramente, o uso futuro dos instrumentos do Phoenix dependem da saúde do seu sistema,” respondeu Smith. “Se ele se recuperar completamente, então nós podemos começar com fotografias e medições das propriedades do solo com o TECP, e então cavar o solo para verificar se a placa de gelo mudou de profundidade.”
Adicionalmente, cientistas usando um Phoenix ressuscitado poderiam tentar usar as câmaras de amostras restantes para continuar estudando a composição do solo e suas estruturas microscópicas.
“Através dessas atividades,” explicou Smith, “uma investigação completa das condições do clima… junto com medições do vento poderá ser feita,” concluiu Smith.
Pousando no norte de marte no dia 25 de Maio de 2008, a sonda Phoenix excedeu sua missão original de três meses, durante cinco meses e, literalmente, cavou um número de descobertas científicas, incluindo – talvez – água líquida.
Eventualmente a sonda sucumbiu ao frio inverno Marciano.
Mas agora cientistas estão vendo a possibilidade de restabelecer contato com a sonda Phoenix.
“Nós começamos a procurar sinais da nossa sonda em Janeiro,” disse Peter Smith, o Principal Investigador do Phoenix no Laboratório Lunar e Planetário na Universidade do Arizona. “Nossa equipe de engenheiros está bem curiosa para ver o quão resistente são os sistemas eletrônicos ao inverno extremamente frio da região norte,” disse ele.
Ainda assim, as chances não parecem muito promissoras.
O Phoenix não foi projetado para aguentar tal clima. A sonda foi testada à -55 ºC, mas um inverno em Marte está na média de -126 ºC.
“Enquanto a recuperação do Phoenix é improvável devido às condições severas pelas quais ele passou durante o inverno, a ciência que ainda pode ser feita faz um continuamento da missão valer a pena,” avisou Smith.
O construtor da sonda, Lockheed Martin Space Systems, instalou o que é chamado de “Modo Lázaro” – um meio que pode permitir que o Phoenix consiga se reenergizar. O que não se sabe é como os painéis solares da sonda estão depois do inverno Marciano.
Quando o último contato com a sonda foi feito no dia 2 de Novembro de 2008, todos os instrumentos da sonda estavam funcionais, disse Smith.
Pronto para uso estava um forno aberto e várias lâminas de microscópio, disse Smith. “Nossas células químicas estavam cheias, o que torna a obtenção de amostras adicionais problemática.” adicionou ele.
Se o contato for restabelecido com a sonda, o Thermal and Evolved Gas Analyzer (TEGA) pode medir as taxas isotópicas dos gases da atmosfera. Também, a estação climática da sonda está totalmente funcional, e todas as câmeras estavam em excelentes condições.
“Nós estávamos prontos para começar uma campanha para medir as propriedades térmicas e elétricas do solo usando o instrumento TECP no braço robótico,” disse Smith.
Então, se o Phoenix retornar das cinzas, o que ele pode fazer?
“Claramente, o uso futuro dos instrumentos do Phoenix dependem da saúde do seu sistema,” respondeu Smith. “Se ele se recuperar completamente, então nós podemos começar com fotografias e medições das propriedades do solo com o TECP, e então cavar o solo para verificar se a placa de gelo mudou de profundidade.”
Adicionalmente, cientistas usando um Phoenix ressuscitado poderiam tentar usar as câmaras de amostras restantes para continuar estudando a composição do solo e suas estruturas microscópicas.
“Através dessas atividades,” explicou Smith, “uma investigação completa das condições do clima… junto com medições do vento poderá ser feita,” concluiu Smith.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
O Sol
O Sol é nossa fonte de energia e vida. Nossa atmosfera só faz esse trabalho belíssimo por causa da energia solar. Por isso ele é tão importante para todos nós.
O Sol é a estrela mais próxima de nós. Todos os planetas do sistema solar giram ao seu redor e cada um com um período diferente. Ele é o responsável pelo suprimento de energia da maioria dos planetas. Quando as pessoas visitam observatórios as perguntas mais comuns que surgem a respeito do Sol são: o que é o Sol e como ele funciona? Do que ele é feito? Mas, antes de responder a essas perguntas veremos alguns dados curiosos a respeito do Sol.
O Sol só é uma estrela por causa da grande quantidade de massa que ele tem, 332 959 vezes a massa da Terra. Ele é constituído, principalmente dos gases hidrogênio e hélio, os dois gases mais leves que temos. Quando se diz que o Sol tem quase 98% de gases a pergunta mais comum que aparece é: como é possível o Sol ter tanta massa, ser tão grande sendo formado de gases?
Bem, essa é uma longa história e que nem mesmo os cientistas que estudam o Sol e outras estrelas sabem explicar exatamente como acontece, mas uma coisa eles sabem: Antes de existir o Sol e os planetas o que existia no lugar do sistema solar era uma enorme nuvem de gases e poeira muito maior que o sistema solar. Os gases são os que conhecemos: oxigênio, nitrogênio e principalmente hidrogênio e hélio; a poeira são todos os outros elementos químicos; ferro, ouro, urânio, etc... mas, a grande parte dessa nuvem era o hidrogênio e o hélio. Por algum motivo que ainda não é bem explicado essa nuvem encontrou condições para se aglomerar, se juntar em pequenos blocos, esses blocos começaram a se juntar em blocos cada vez maiores. Um desses blocos, o que se formou primeiro, no centro da nuvem, ficou tão grande e pesado que sua força gravitacional tornou-se suficiente para reter os gases com muita facilidade. Esse bloco aumentou tanto de tamanho e massa que acabou por se transformar numa estrela: o Sol. Os blocos menores que se formaram ao redor do bloco central deram origem aos planetas. CUIDADO! Muitas pessoas pensam que os planetas são pequenas bolhas expelidas pelo Sol. Isso porque os cientistas do século passado e começo deste século pensavam assim. Hoje em dia sabe-se que isso não é verdade. A teoria da nuvem de gás e poeira é a mais aceita entre cientistas atuais.
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sábado, 5 de março de 2011
Sonda fotografa cratera marciana formada por impacto
A bacia de Huygens, que fica no hemisfério sul de Marte, é uma antiga conhecida dos astrofísicos. O local, com cerca de 460 quilômetros de diâmetro, possui várias marcas de impacto, mas nenhuma mais intrigante que a cratera "alongada".
A foto do local, divulgada nesta sexta-feira pela ESA (Agência Espacial Europeia) e tirada em 4 de agosto de 2010 pela sonda Mars Express, tem aproximadamente 78 quilômetros de comprimento e uma profundidade de 2 quilômetros.
Ainda sem nome, o lugar chama a atenção porque as crateras formadas por impacto geralmente costumam ter o formato arredondado.
Os cientistas, analisando as imagens, acreditam que a cratera alongada surgiu com a colisão de dois projéteis simultaneamente --possivelmente duas metades de um mesmo corpo celeste.
A foto do local, divulgada nesta sexta-feira pela ESA (Agência Espacial Europeia) e tirada em 4 de agosto de 2010 pela sonda Mars Express, tem aproximadamente 78 quilômetros de comprimento e uma profundidade de 2 quilômetros.
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Sonda espacial tira foto de cratera "alongada" em Marte; o formato é incomum em crateras formadas por impacto
Ainda sem nome, o lugar chama a atenção porque as crateras formadas por impacto geralmente costumam ter o formato arredondado.
Os cientistas, analisando as imagens, acreditam que a cratera alongada surgiu com a colisão de dois projéteis simultaneamente --possivelmente duas metades de um mesmo corpo celeste.
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sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Kepler encontra cinco novos exoplanetas
A lista de exoplanetas conhecidos na nossa galáxia acabou de crescer, graças às primeiras observações do telescópio espacial Kepler da NASA, que encontrou cinco novos planetas leves orbitando estrelas distantes.
“Eu gostaria de anunciar hoje a descoberta de cinco exoplanetas pelo Kepler,” disse William Borucki, diretor científico do Kepler, no 215º encontro da Sociedade Astronômica Americana.
A sonda Kepler, cuja missão é encontrar exoplanetas parecidos com a Terra, também encontrou um objeto estranho orbitando uma estrela e está medindo os tremores que correm pela superfície da estrela.
Os cinco planetas recém-encontrados são bem maiores que os corpos que o Kepler foi projetado para encontrar. Um deles mostrou ser do tamanho de Netuno, e os outros quatro são maiores do que Júpiter.
Todos os cinco planetas orbitam muito perto das suas estrelas, com períodos orbitais de cerca de três ou quatro dias, e portanto são muito quentes. Suas temperaturas estão acima de lava; até ferro derreteria em suas superfícies.
Enquanto o planeta do tamanho de Netuno, chamado de Kepler 4b, tem a densidade dos gigantes de gelo do nosso sistema solar (portanto provavelmente tem uma abundância de elementos mais pesados do que hidrogênio e hélio), um dos outros novos planetas, Kepler 7b, tem uma das menores densidades de qualquer planeta já descoberto, disse Borucki.
A sua densidade é menor do que a da água, e é “a mesma do isopor,” disse Borucki, providenciando um mistério aos astrônomos para solucionarem a estrutura destes leves planetas.
Enquanto estes planetas não são do tipo que cientistas esperam que o Kepler irá encontrar, as observações que o telescópio fez até agora mostraram que “nós temos a sensitividade para procurar planetas do tamanho da Terra,” disse Borucki.

Kapler, lançado no dia 6 de Março de 2009, procura por quedas no brilho de estrelas que indicam que um planeta está transitando na frente da estrela (da perspectiva da Terra).
O Kepler também observa a ocultação de planetas, ou a queda do brilho quando o planeta se move atrás de sua estrela. O telescópio também realizou uma estranha observação de um sistema onde o brilho do corpo que orbita a estrela cai mais durante a ocultação do que durante seu trânsito, o que sugere que ele é bem mais quente do que a sua estrela – certamente uma situação estranha para um sistema planeta-estrela. O corpo poderia ser uma pequena e relativamente fria anã branca, mas seu tamanho é grande demais para a maioria das anãs brancas.
“Nós ainda não temos certeza do que estamos vendo aqui,” disse Borucki.
O Kepler monitorou várias estrelas parecidas com o Sol para ver se elas são calmas o suficiente para tanto permitir vida em algum de seus planetas e permitir que astrônomos os detectem. As observações do telescópio mostram que vários gêmeos estelares tem aproximadamente o mesmo nível de atividade do Sol, ou são mais calmos.
“É uma boa notícia para a exobiologia,” disse Natalie Batalha, membro da equipe do Kepler, já que isto significa que estas estrelas não esfregam a superfície de seus planetas, providenciando um local em potencial para a vida se formar. Poucas flutuações no brilho dessas estrelas também torna mais fácil para os astrônomos detectarem planetas – particularmente aqueles que são do tamanho da Terra e na chamada zona habitável da estrela, a distância de órbita onde água poderia permanecer líquida na superfície do planeta.
O Kepler também mostrou sua habilidade de medir as oscilações que ocorrem na superfície de uma estrela, que causam vibrações e variações no seu brilho. Estudando esta sismologia estelar pode ajudar os cientistas a entenderem melhor a idade e estrutura das estrelas. Os dados do Kepler para uma estrela em particular determinaram o seu diâmetro, e diminuíram a margem de erro deste diâmetro de 10% para menos de 1%.
Os resultados anunciados na reunião vieram apenas dos primeiros 43 dias de observações do Kepler; cientistas ainda tem mais de oito meses de dados para estudar, disse Borucki.
“Eu gostaria de anunciar hoje a descoberta de cinco exoplanetas pelo Kepler,” disse William Borucki, diretor científico do Kepler, no 215º encontro da Sociedade Astronômica Americana.
A sonda Kepler, cuja missão é encontrar exoplanetas parecidos com a Terra, também encontrou um objeto estranho orbitando uma estrela e está medindo os tremores que correm pela superfície da estrela.
Os cinco planetas recém-encontrados são bem maiores que os corpos que o Kepler foi projetado para encontrar. Um deles mostrou ser do tamanho de Netuno, e os outros quatro são maiores do que Júpiter.
Todos os cinco planetas orbitam muito perto das suas estrelas, com períodos orbitais de cerca de três ou quatro dias, e portanto são muito quentes. Suas temperaturas estão acima de lava; até ferro derreteria em suas superfícies.
Enquanto o planeta do tamanho de Netuno, chamado de Kepler 4b, tem a densidade dos gigantes de gelo do nosso sistema solar (portanto provavelmente tem uma abundância de elementos mais pesados do que hidrogênio e hélio), um dos outros novos planetas, Kepler 7b, tem uma das menores densidades de qualquer planeta já descoberto, disse Borucki.
A sua densidade é menor do que a da água, e é “a mesma do isopor,” disse Borucki, providenciando um mistério aos astrônomos para solucionarem a estrutura destes leves planetas.
Enquanto estes planetas não são do tipo que cientistas esperam que o Kepler irá encontrar, as observações que o telescópio fez até agora mostraram que “nós temos a sensitividade para procurar planetas do tamanho da Terra,” disse Borucki.

O Kepler também observa a ocultação de planetas, ou a queda do brilho quando o planeta se move atrás de sua estrela. O telescópio também realizou uma estranha observação de um sistema onde o brilho do corpo que orbita a estrela cai mais durante a ocultação do que durante seu trânsito, o que sugere que ele é bem mais quente do que a sua estrela – certamente uma situação estranha para um sistema planeta-estrela. O corpo poderia ser uma pequena e relativamente fria anã branca, mas seu tamanho é grande demais para a maioria das anãs brancas.
“Nós ainda não temos certeza do que estamos vendo aqui,” disse Borucki.
O Kepler monitorou várias estrelas parecidas com o Sol para ver se elas são calmas o suficiente para tanto permitir vida em algum de seus planetas e permitir que astrônomos os detectem. As observações do telescópio mostram que vários gêmeos estelares tem aproximadamente o mesmo nível de atividade do Sol, ou são mais calmos.
“É uma boa notícia para a exobiologia,” disse Natalie Batalha, membro da equipe do Kepler, já que isto significa que estas estrelas não esfregam a superfície de seus planetas, providenciando um local em potencial para a vida se formar. Poucas flutuações no brilho dessas estrelas também torna mais fácil para os astrônomos detectarem planetas – particularmente aqueles que são do tamanho da Terra e na chamada zona habitável da estrela, a distância de órbita onde água poderia permanecer líquida na superfície do planeta.
O Kepler também mostrou sua habilidade de medir as oscilações que ocorrem na superfície de uma estrela, que causam vibrações e variações no seu brilho. Estudando esta sismologia estelar pode ajudar os cientistas a entenderem melhor a idade e estrutura das estrelas. Os dados do Kepler para uma estrela em particular determinaram o seu diâmetro, e diminuíram a margem de erro deste diâmetro de 10% para menos de 1%.
Os resultados anunciados na reunião vieram apenas dos primeiros 43 dias de observações do Kepler; cientistas ainda tem mais de oito meses de dados para estudar, disse Borucki.
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terça-feira, 1 de março de 2011
O que os vendedores de telescópios realmente querem dizer:
NOVO - Cor diferente do design anterior
TOTALMENTE NOVO - Acessórios não são compatíveis com o design anterior
EXCLUSIVO - Produto importado
SEM PAR - Quase tão bom como a concorrência
OPERAÇÂO À TODA A PROVA - Sem hipótese de ajustamentos
DESIGN AVANÇADO - A agência de publicidade não percebe o produto
CHEGOU FINALMENTE - Trabalho feito à pressa, ninguém sabia que estava para chegar
TESTADO NO CAMPO - Fabricante não tem equipamento para testes
ALTA PRECISÃO - Telescópio em que todas as peças se ajustam
FUTURÍSTICO - Sem outra razão para justificar a aparência que têm
RE-DESENHADO - Defeitos anteriores consertados - Esperamos.....
VENDA DIRECTA APENAS - Fabricante teve um argumento de peso com o distribuidor
ANOS DE DESENVOLVIMENTO - Nós finalmente conseguimos por um a funcionar
AVANÇO - Nós finalmente conseguimos saber a sua utilidade
SEM-MANUTENÇÃO - Impossível de reparar
CONFORME TODOS OS STANDARDS - Os nossos, não os dos outros
SÓLIDO - Pesado demais
ALTA FIABILIDADE - Nós conseguimos pô-lo a trabalhar o tempo suficiente para começar a enviá-lo para as lojas
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