sábado, 30 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Informação
Para os astro-amadores da cidade de Maceió... Haverá um curso para iniciação a astronomia na "Usina Ciência" que se localiza no farol.
O Curso tem duração de 5 semanas e conta com aulas prática e teóricas.
Vale a pena descobrir um pouco mais sobre o que nós somos...
O Curso tem duração de 5 semanas e conta com aulas prática e teóricas.
Vale a pena descobrir um pouco mais sobre o que nós somos...
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Eclipse
Um eclipse acontece sempre que um corpo entra na sombra de outro. Assim, quando a Lua entra na sombra da Terra, acontece um eclipse lunar. Quando a Terra é atingida pela sombra da Lua, acontece um eclipse solar.

Na parte inferior da figura acima, vemos a região da umbra e da penumbra da sombra. Na parte superior, vemos a aparência da fonte para os pontos A a D na sombra.
Quando um corpo extenso (não pontual) é iluminado por outro corpo extenso definem-se duas regiões de sombra:
A órbita da Terra em torno do Sol, e a órbita da Lua em torno da Terra, não estão no mesmo plano, ou ocorreria um eclipse da Lua a cada Lua Cheia, e um eclipse do Sol a cada Lua Nova.

O plano da órbita da Lua em torno da Terra não é o mesmo plano que o da órbita da Terra em torno do Sol. O plano da órbita da Lua está inclinado 5,2 ° em relação ao plano da órbita da Terra. Portanto só ocorrem eclipses quando a Lua está na fase de Lua Cheia ou Nova, e quando o Sol está sobre a linha dos nodos, que é a linha de intersecção do plano da órbita da Terra em torno do Sol com o plano da órbita da Lua em torno da Terra.

Eclipses do Sol e da Lua são os eventos mais espetaculares do céu. Um eclipse solar ocorre quando a Lua está entre a Terra e o Sol. Se o disco inteiro do Sol está atrás da Lua, o eclipse é total. Caso contrário, é parcial. Se a Lua está próxima de seu apogeu (ponto mais distante de sua órbita), o diâmetro da Lua é menor que o do Sol, e ocorre um eclipse anular.
Como a excentricidade da órbita da Terra em torno do Sol é de 0,0167, o diâmetro angular do Sol varia 1,67% em torno de sua média, de 31'59". A órbita da Lua em torno da Terra tem uma excentricidade de 0,05 e, portanto, seu diâmetro angular varia 5% em torno de sua média, de 31'5", chegando a 33'16", muito maior do que o diâmetro máximo do Sol.
Um eclipse total da Lua acontece quando a Lua fica inteiramente imersa na umbra da Terra; se somente parte dela passa pela umbra, e resto passa pela penumbra, o eclipse é parcial. Se a Lua passa somente na penumbra, o eclipse é penumbral. Um eclipse total é sempre acompanhado das fases penumbral e parcial. Um eclipse penumbral é difícil de ver diretamente com o olho, pois o brilho da Lua permance quase o mesmo. Durante a fase total, a Lua aparece com uma luminosidade tênue e avermelhada. Isso acontece porque parte da luz solar é refractada na atmosfera da Terra e atinge a Lua. Porém essa luz está quase totalmente desprovida dos raios azuis, que sofreram forte espalhamento e absorção na espessa camada atmosférica atravessada.
Durante um eclipse solar, a umbra da Lua na Terra tem sempre menos que 270 km de largura. Como a sombra se move a pelo menos 34 km/min para Leste, devido à órbita da Lua em torno da Terra, o máximo de um eclipse dura no máximo 7 1/2 minutos. Portanto um eclipse solar total só é visível, se o clima permitir, em uma estreita faixa sobre a Terra, chamada de caminho do eclipse. Em uma região de aproximadamente 3000 km de cada lado do caminho do eclipse, ocorre um eclipse parcial.

Como a velocidade da Lua no céu é maior do que a velocidade de rotação da Terra, a velocidade da sombra da Lua na Terra tem o mesmo sentido do movimento (real) da Lua, ou seja, para leste. O valor da velocidade da sombra é, grosseiramente 28 km/min .
Sombra de Um Corpo Extenso

Quando um corpo extenso (não pontual) é iluminado por outro corpo extenso definem-se duas regiões de sombra:
- umbra: região da sombra que não recebe luz de nenhum ponto da fonte.
- penumbra: região da sombra que recebe luz de alguns pontos da fonte.

Linha dos Nodos





Eclipses do Sol


Como a velocidade da Lua no céu é maior do que a velocidade de rotação da Terra, a velocidade da sombra da Lua na Terra tem o mesmo sentido do movimento (real) da Lua, ou seja, para leste. O valor da velocidade da sombra é, grosseiramente 28 km/min .
Cálculos mais precisos, levando-se em conta o ângulo entre os dois movimentos, mostram que a velocidade da Lua em relação a um certo ponto da Terra é de pelo menos 34 km/min para leste. A duração da totalidade do eclipse, em um certo ponto da Terra, será o tempo desde o instante em que a borda leste da umbra da Lua toca esse ponto até o instante em que a borda oeste da Lua o toca. Esse tempo é igual ao tamanho da umbra dividido pela velocidade com que ela anda, aproximadamente 7,9 min.
Na realidade, a totalidade de um eclipse dura no máximo 7 1/2 minutos. Um eclipse solar total começa quando a Lua alcança a direção do disco do Sol, e aproximadamente uma hora depois o Sol fica completamente atrás da Lua. Nos últimos instantes antes da totalidade, as únicas partes visíveis do Sol são aquelas que brilham através de pequenos vales na borda irregular da Lua, um fenônemo conhecido como "anel de diamante", já descrito por Edmund Halley no eclipse de 3 de maio de 1715. Durante a totalidade, o céu se torna escuro o suficiente para se observar os planetas e as estrelas mais brilhantes. Após a fase de "anel de diamante", o disco do Sol fica completamente coberto pela Lua, e a coroa solar, a atmosfera externa do Sol, composta de gases rarefeitos que se extendem por milhões de km, aparece. Note que é extremamente perigoso olhar o Sol diretamente. Qualquer exposição acima de 15 segundos danifica permanentemente o olho, sem apresentar qualquer dor!

Em 4 Nov 1994 eu filmei o eclipse solar total em Criciúma, Santa Catarina, e produzi esta figura.
Um eclipse lunar ocorre quando a Lua entra na sombra da Terra. À diståncia da Lua, 384 mil km, a sombra da Terra, que se extende por 1,4 milhões de km, cobre aproximadamente 3 luas cheias. Em contraste com um eclipse do Sol, que só é visível em uma pequena região da Terra, um eclipse da Lua é visível por todos que possam ver a Lua. Como um eclipse da Lua pode ser visto, se o clima permitir, de todo a parte noturna da Terra, eclipses da Lua são muito mais freqüentes que eclipses do Sol, de um dado local na Terra. A duração máxima de um eclipse lunar é 3,8 hr, e a duração da fase total é sempre menor que 1,7 hr.
Como a órbita da Lua gradualmente gira sobre seu eixo (com um período de 18,6 anos de regressão dos nodos), as temporadas ocorrem a cada 173 dias, e não exatamente a cada meio ano. A distância angular da Lua do nodo precisa ser menor que 4,6° para um eclipse lunar, e menor que 10,3 ° para um eclipse solar, o que estende a temporada de eclipses para 31 a 38 dias, dependendo dos tamanhos aparentes e velocidades aparentes do Sol e da Lua, que variam porque as órbitas da Terra e da Lua são elípticas, de modo que pelo menos um eclipse ocorre a cada 173 dias.
Entre dois e sete eclipses ocorrem anualmente. Em cada temporada usualmente acontece um eclipse solar e um anular, mas podem acontecer três eclipses por temporada, numa sucessão de eclipse solar, lunar e solar novamente, ou lunar, solar e lunar novamente. Quando acontecem dois eclipses lunares na mesma temporada os dois são penumbrais. As temporadas de eclipses são separadas por 173 dias [(1 ano - 20 dias)/2].
Em 2009 os eclipses foram:

Eclipses da Lua

Temporada de Eclipses
Se o plano orbital da Lua coincidisse com o plano da eclíptica, um eclipse solar ocorreria a toda Lua nova e um eclipse lunar a toda Lua cheia. Entretanto, o plano está inclinado 5,2 ° e, portanto, a Lua precisa estar próxima da linha de nodos (cruzando o plano da eclíptica) para que um eclipse ocorra. Como o sistema Terra-Lua orbita o Sol, aproximadamente duas vezes por ano a linha dos nodos está alinhada com o Sol e a Terra. Estas são as temporadas dos eclipses, quando os eclipses podem ocorrer. Quando a Lua passar pelo nodo durante a temporada de eclipses, ocorre um eclipse.
Como a órbita da Lua gradualmente gira sobre seu eixo (com um período de 18,6 anos de regressão dos nodos), as temporadas ocorrem a cada 173 dias, e não exatamente a cada meio ano. A distância angular da Lua do nodo precisa ser menor que 4,6° para um eclipse lunar, e menor que 10,3 ° para um eclipse solar, o que estende a temporada de eclipses para 31 a 38 dias, dependendo dos tamanhos aparentes e velocidades aparentes do Sol e da Lua, que variam porque as órbitas da Terra e da Lua são elípticas, de modo que pelo menos um eclipse ocorre a cada 173 dias.Entre dois e sete eclipses ocorrem anualmente. Em cada temporada usualmente acontece um eclipse solar e um anular, mas podem acontecer três eclipses por temporada, numa sucessão de eclipse solar, lunar e solar novamente, ou lunar, solar e lunar novamente. Quando acontecem dois eclipses lunares na mesma temporada os dois são penumbrais. As temporadas de eclipses são separadas por 173 dias [(1 ano - 20 dias)/2].
Em 2009 os eclipses foram:
- 26 de janeiro de 2009 - eclipse anular do Sol (não visível no Brasil)
- 22 de julho de 2009 - eclipse solar total (não visível no Brasil )

Foto obtida por Maria de Fátima Oliveira Saraiva no eclipse da Lua em 20 de fevereiro de 2008. - 9 de fevereiro de 2009 - eclipse lunar penumbral
- 7 de julho de 2009 - eclipse lunar penumbral
- 6 de agosto de 2009 - eclipse lunar penumbral
- 31 de dezembro de 2009 - eclipse lunar parcial (visível somente no extremo nordeste do Brasil).
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Hubble
Para comemorar o 21º aniversário da implantação do Telescópio Espacial Hubble, os astrônomos do Space Telescope Science Institute em Baltimore, Maryland, divulgaram imagem capturada pelo telescópio de um par de galáxias chamado de Arp 273. A maior delas em formato espiral, conhecida como UGC 1810, tem o disco central distorcido em uma forma de rosa pela gravidade da outra galáxia, conhecida como UGC 1813.
Clique AQUI para ver a imagem
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Prestes a acabar, era dos ônibus espaciais completa 30 anos
No mesmo dia em que o primeiro homem foi para o espaço (o cosmonauta soviético Yuri Gagarin), foi lançada, 20 anos depois, em 12 de abril de 1981, a era dos ônibus espaciais da Nasa. Com o primeiro voo do Columbia iniciou-se as viagens constantes do homem ao espaço, que terminam em 10 de julho de 2011 (teoricamente, já que a Nasa já adiou a data algumas vezes).
O dia da celebração foi usado pelo administrador da Nasa, Charles Bolden, para anunciar onde as quatro naves espaciais aposentadas, depois de mais de 130 missões, serão exibidas permanentemente com o fim do Programa de Ônibus Espaciais da Nasa. Discovery, Atlantis e Endeavour, além da Enterprise, serão expostas em diversas instituições dos EUA.
O Columbia se desintegrou ao reentrar na atmosfera terrestre em sua 28ª missão, em 2003, e o Challenger explodiu durante o lançamento de sua 10ª missão, em 28 de janeiro de 1986.
A Enterprise, a primeira nave criada como um protótipo, que nunca foi para o espaço, sairá do Smithsonian’s National Air and Space Museum Steven F. Udvar-Hazy Center em Virgínia e irá para o Intrepid Sea, Air & Space Museum em Nova York.
O Udvar-Hazy Center será o novo lar do ônibus espacial Discovery, que se aposentou na sua 39ª missão em 7 de março de 2011. A nave Endeavour, que está se preparando para seu último voo marcado para 29 de abril (com retorno em 13 de maio), na missão 36, vai para o California Science Center em Los Angeles.
O Atlantis, que deve fazer o último voo da era em junho, em sua 37ª missão, será exibido no Kennedy Space Center Visitor’s Complex na Flórida.
"Queremos agradecer a todos os locais que manifestaram interesse em um desses tesouros nacionais", disse Bolden. "Esta foi uma decisão muito difícil, mas que foi feita pensando no público americano. No final, estas escolhas oferecem ao maior número de pessoas a melhor oportunidade de compartilhar a história e as realizações do Programa de Ônibus Espaciais da Nasa.
domingo, 3 de abril de 2011
I will derive ( legendado )
Esse é o melhor... aopskpaoskaposkapoaas... Astro-amadores que estão morrendo com suas dx/dt... aqui vai a solução ;D
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Nerds fazendo rap... Legendado
É muita bobagem okspaoskposkapsokaskas... The universe is big... ;D
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Humor
O que a publicidade a telescópios realmente quer dizer:
NOVO - Cor diferente do design anterior
TOTALMENTE NOVO - Acessórios não são compatíveis com o design anterior
EXCLUSIVO - Produto importado
SEM PAR - Quase tão bom como a concorrência
OPERAÇÂO À TODA A PROVA - Sem hipótese de ajustamentos
DESIGN AVANÇADO - A agência de publicidade não percebe o produto
CHEGOU FINALMENTE - Trabalho feito à pressa, ninguém sabia que estava para chegar
TESTADO NO CAMPO - Fabricante não tem equipamento para testes
ALTA PRECISÃO - Telescópio em que todas as peças se ajustam
FUTURÍSTICO - Sem outra razão para justificar a aparência que têm
RE-DESENHADO - Defeitos anteriores consertados - Esperamos.....
VENDA DIRECTA APENAS - Fabricante teve um argumento de peso com o distribuidor
ANOS DE DESENVOLVIMENTO - Nós finalmente conseguimos por um a funcionar
AVANÇO - Nós finalmente conseguimos saber a sua utilidade
SEM-MANUTENÇÃO - Impossível de reparar
CONFORME TODOS OS STANDARDS - Os nossos, não os dos outros
SÓLIDO - Pesado demais
ALTA FIABILIDADE - Nós conseguimos pô-lo a trabalhar o tempo suficiente para começar a enviá-lo para as lojas
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SEM-MANUTENÇÃO - Impossível de reparar
CONFORME TODOS OS STANDARDS - Os nossos, não os dos outros
SÓLIDO - Pesado demais
ALTA FIABILIDADE - Nós conseguimos pô-lo a trabalhar o tempo suficiente para começar a enviá-lo para as lojas
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